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Olá.
Vamos conversar?

Me chamo Valéria Lacks e sou psiquiatra e psicoterapeuta desde 1990.Quero ouvir sua história e com isso poder te ajudar da melhor forma possível.

Com o compromisso de oferecer tratamentos inovadores e eficazes, me especializei no uso da Cannabis Medicinal. Meu objetivo é proporcionar aos pacientes acesso a terapias seguras, personalizadas e baseadas em evidências científicas, promovendo mais qualidade de vida e bem-estar.

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Dra. Valéria
Psiquiatra
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Tratamento/
Terapia

É normal sentir que precisamos de ajuda psicológica em algum momento de nossas vidas. Infelizmente adiamos essa busca de uma ajuda profissional.

Buscar auxílio precoce, logo no início dos sintomas pode representar o alívio mais rápido do sofrimento.
Além disso, essa ajuda pode evitar que situação fique crônica e, assim, mais difícil de tratar.

A terapia permite compreender melhor nossos pensamentos e emoções, fortalecendo o autoconhecimento e o equilíbrio emocional.
Com o acompanhamento adequado, é possível desenvolver novas formas de lidar com desafios, melhorar relacionamentos e tomar decisões com mais clareza.
O processo terapêutico não é apenas para momentos de crise, é também uma oportunidade de crescimento pessoal e de construção de uma vida mais leve e satisfatória.

Quando Procurar Ajuda?

Quando falo em tratamento, mais do que tratar os sintomas, estou falando do sofrimento percebido pelos pacientes.
Desempenho do trabalho

Dificuldades de concentração, cansaço constante ou queda na produtividade podem ser sinais de que algo não vai bem emocionalmente.

Relações interpessoais

Conflitos frequentes, dificuldade de se comunicar ou sensação de isolamento podem indicar sofrimento emocional.

Falta de satisfação ou sentido

Quando nada parece ter propósito ou prazer, é hora de buscar ajuda. A terapia auxilia a reencontrar motivação e equilíbrio emocional.

Sobre Mim

Sou médica psiquiatra formada na Escola Paulista de Medicina (Universidade Federal de São Paulo) em 1987 e psiquiatra desde 1990. Na minha trajetória, a medicina sempre foi uma paixão que envolvia conhecer os pacientes e suas histórias para poder ajudá-los da melhor maneira. A psiquiatria foi então uma consequência natural, já que o vínculo médico-paciente é fundamental no processo de tratamento dos transtornos mentais e este cuidado, para mim, constitui-se na essência da cura das diversas patologias que podemos tratar.

Permaneci ainda muito tempo na psiquiatria da Escola Paulista de Medicina desenvolvendo um projeto de mestrado na área dos transtornos de personalidade além de me especializar na área das dependências de substâncias psicoativas.

Duas áreas, para mim, muito instigantes já que como dizemos representam um “saco de gatos” em que encontramos muitas realidades diferentes com nuances diagnósticas que nos permite de fato aprender a tratar a maior parte das patologias psiquiátricas. Desse modo, sou também especialista em transtornos de humor, transtornos ansiosos, TDAH e muitos quadros psicóticos que acompanham as áreas das dependências e transtornos da personalidade.

No caminho da especialização, pude estagiar no Centre Medical Marmottan em Paris onde conheci vários serviços de atendimento e seguimento de pacientes dependentes químicos. 

Desde o início da minha carreira como psiquiatra tenho um consultório particular que representa meu principal canal do exercício do que considero o melhor que posso oferecer em termos de atendimento de excelência, acolhimento e disponibilidade.

Sempre atuei também no serviço público e desde 2001 coordeno uma unidade de psiquiatria em hospital geral com foco nas dependências.

Em 2020 me especializei em medicina endocanabióide pela WECann Academy e desde lá tenho mantido o aprendizado com cursos, congressos e discussões de caso.

Como eu Trato

O tratamento se inicia com uma consulta preliminar que busca

conhecer o paciente em suas várias dimensões: histórico dos

sintomas, histórico de vida, problemas identificados, modo de ser.

Algumas vezes é possível fazer um diagnóstico na 1ª. consulta,

mas em geral somente no 1º ou 2º. retornos o diagnóstico, ou

algumas vezes os diagnósticos, ficam mais claros.

Trata-se de um processo em que a confiança do paciente é pouco a

pouco conquistada fazendo com que seja possível entender melhor

não somente o diagnóstico psiquiátrico, mas as características de

personalidade, o desejo de se tratar e as dificuldades identificadas

para o curso adequado do tratamento.

As probabilidades de sucesso do tratamento estão diretamente

relacionadas à parceria e ao vínculo que se estabelece neste

processo.

Em alguns casos mais agudos ou pontuais é possível uma

resolução mais rápida. Porém, é importante salientar que quando

um diagnóstico é feito e há necessidade de medicação (nem

sempre você vai sair com uma receita!) serão necessários alguns

meses até que possamos considerar a interrupção do tratamento. A

melhora muitas vezes não é demorada , mas a continuidade da

medicação deve permanecer por algum tempo, juntamente com o

acompanhamento médico regular, sob risco de recaídas ou piora do

quadro.

O Que eu Trato

A doença psiquiátrica é usualmente caracterizada por sintomas qualitativamente diferentes daqueles que são esperados para os padrões de normalidade. Seu início representa uma mudança definitiva no nível individual de funcionamento.

Entre essas doenças, posso citar, com experiência de 30 anos de clínica, que eu trato:

  • Transtornos de humor
  • Transtornos decorrentes do uso de substâncias psicoativas
  • Transtornos neuróticos relacionados ao estresse e somatoformes
  • Transtornos de déficit de atenção e hiperatividade no adulto (TDAH)
  • Transtornos de personalidade

É importante entender o que cada um desses termos enseja e pode significar para sua saúde.

Nestes transtornos, a perturbação fundamental é uma alteração do humor usualmente para depressão (com ou sem ansiedade associada) ou elevação do humor com aumento na quantidade e na velocidade da atividade física e mental. Esta classificação engloba os transtornos depressivos e o transtorno bipolar.

As pessoas com transtorno bipolar, em sua maioria, convivem com sintomas depressivos na maior parte da vida. Esta realidade muitas vezes dificulta o diagnóstico e requer uma escuta e acurácia no processo diagnóstico. Em quadros de depressão crônica, sempre devemos levantar a hipótese de transtorno bipolar, visto que o tratamento é bastante diferente em quadros depressivos unipolares e no tratamento do transtorno bipolar.

Esta classificação engloba os problemas relacionados ao uso, abuso ou dependência de substâncias psicoativas. Com esta afirmação, quero ressaltar que o uso de substâncias psicoativas nem sempre representa um problema, ou uma doença. Também é importante ressaltar que somente o padrão de uso, isto é, quanto a pessoa consome, não define por si só uma dependência.

São avaliados outros critérios, como dificuldade de controlar o uso; abandono progressivo de prazeres ou interesses alternativos ao uso; persistência no uso a despeito de evidência clara de consequências manifestamente nocivas ao bom funcionamento de pessoal.

Aqui estão incluídos os transtornos ansiosos, a reação grave ao estresse, o transtorno obsessivo- compulsivo e as somatizações.

Esses transtornos foram aqui unidos por uma associação substancial com fatores psicológicos.

Misturas de sintomas são comuns (a coexistência de depressão e ansiedade é de longe a mais frequente) particularmente nas variedades menos graves desses transtornos.

Entre esses diagnósticos estão listados:

  1.  Transtornos fóbico-ansiosos (fobias)
  2. Transtorno de pânico
  3. Transtorno de ansiedade generalizada
  4. Transtorno misto de ansiedade e depressão
  5. Transtorno obsessivo-compulsivo em que atos ou pensamentos compulsivos entram na mente do indivíduo de forma repetida.
  6. Reação grave ao estresse
  7. Transtorno de estresse pós-traumático
  8. Transtornos de ajustamento – Estados de angústia subjetiva e perturbação emocional que surgem em um período de mudança significativa de vida ou evento de vida estressante.

Este transtorno se inicia na infância e por vezes se prolonga até a idade adulta, com importantes prejuízos nas esferas educacionais, de trabalho e nas relações sociais. Muitas vezes, ele é mal diagnosticado na infância, trazendo prejuízos para toda a vida adulta. Outras vezes, mesmo bem diagnosticado, ele pode se prolongar requerendo atenção psiquiátrica mesmo na vida adulta.

O TDAH é caracterizado por sintomas de desatenção, hiperatividade e impulsividade, que podem se manifestar de diferentes maneiras em diferentes pessoas. Existem três tipos principais de TDAH:

  • TDAH predominantemente desatento: caracterizado por sintomas de desatenção, como dificuldade de manter a atenção, seguir instruções e completar tarefas.
  • TDAH predominantemente hiperativo-impulsivo: caracterizado por sintomas de hiperatividade e impulsividade, como agitação, inquietude e dificuldade de controlar os impulsos.
  • TDAH combinado: caracterizado por uma combinação de sintomas de desatenção, hiperatividade e impulsividade.

O tratamento pode incluir medicamentos, terapia comportamental e mudanças no estilo de vida.

Diferentemente da doença psiquiátrica com padrões que nos permitem identificar um início das alterações, estamos aqui falando de um transtorno duradouro descrito em termos de traços e atitudes que se relacionam à continuidade normal da personalidade.

Existem 2 classes de conceitos de normalidade: aquele que se refere à média, ou seja, a mais frequente, à maioria; e aquele que corresponde a um ideal subjetivo pessoal. A palavra norma significa esquadro em latim. A função desse instrumento é determinar o ângulo mais vantajoso para articular dois planos em uma construção e não uma posição ideal da casa em relação ao solo.

O edifício pode estar aprumado (isto é, em equilíbrio interno), mesmo em um solo de acentuado declive, graças ao esquadro que haverá justamente retificado os perigos que a primitiva inclinação do terreno poderia representar para a solidez do conjunto do edifício.

Se transpusermos esse conceito para o tema das personalidades em psiquiatria, poderíamos supor que, de fato, a noção de normalidade dependeria de como cada um se “arranjasse”, de forma a atingir um equilíbrio em relação a si próprio e a sociedade, ainda que venha a se comportar de forma aparentemente aberrante em situações excepcionalmente anormais.

As classificações dos transtornos de personalidade são bastante nebulosas e muitos traços estão presentes nos vários tipos descritos e em pessoas sem transtorno psiquiátrico. Novamente, a ideia do sofrimento impõe um cuidado e muitas vezes uma necessidade de tratamento.

Prescrição de Cannabis Medicinal​

O uso medicinal da cannabis tem aproximadamente 3000 anos e os primeiros relatos datam de 2700 AC na China.  As propriedades medicinais acompanham toda a história humana. No século XX suas indicações aparecem como sedativo, analgésico e no tratamento de vários sintomas e patologias como no tratamento de anorexias, dispepsias, diabetes, menopausa e redução da libido entre outras.

Naturalmente, nosso corpo conta com receptores canabinoides e substâncias que agem de forma muito similar à cannabis por meio de moléculas com estruturas semelhantes.

A função desse sistema, chamado endocanabinóide (SEC) no organismo é basicamente de homeostase. Quer dizer, essas substâncias agem no organismo quando algo se desregula.  Este sistema então é um regulador do funcionamento corporal.

A medicina endocanabinóide e utiliza dessa ferramenta terapêutica para potencializar a atividade desse sistema promovendo o tratamento de várias patologias.

Em psiquiatria há evidências publicadas em trabalhos científicos, congressos e literatura de referência para o tratamento de depressão, ansiedade, insônia, transtorno bipolar, dependência química.

Tenho receitado a cannabis medicinal na clínica desde 2022 com resultados muito animadores

Nos dias de hoje temos a aprovação da ANVISA para vários medicamentos à base de cannabis.  O acesso está facilitado e a compra legal pode ser realizada sem dificuldades.

Testemunhal